Você Sabe o Que é Apoteose?

apoteose

substantivo feminino

1 1.
hist entre os antigos, cerimônia de divinização, esp. dos imperadores romanos.

2 2.
p.ext. inclusão de alguém entre os deuses, em função de suas qualidades, atributos; deificação.”a a. de Aquiles”

A apoteose consiste em elevar alguém ao estatuto de divindade, ou seja, endeusar ou deificar uma pessoa devido a alguma circunstância excepcional. No mundo antigo esta circunstância era geralmente considerada para os heróis.

Por extensão, utiliza-se o termo apoteose quando se atribui exageradamente a alguém honrarias ou qualidades. No teatro, a apoteose corresponde ao ponto final de uma cena que decorre de maneira espetacular.

O termo apoteose remete para o tema da divindade e tem duas acepções principais: uma ligada à civilização romana ou civilizações anteriores, e outra que constituiu o seu prolongamento para o domínio da história da arte.

Para as religiões de mistérios da antiguidade, apoteose constituía o momento ritualístico da união com divino (Uno), ou mesmo, “tornar-se deus”.

Fonte: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Apoteose

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Feliz 2018, Deus é o mesmo.

Desde os tempos antigos ninguém ouviu, nenhum ouvido percebeu, e olho nenhum viu outro Deus, além de ti, que trabalha para aqueles que nele esperam.
Isaías 64:4 PTNVI

Deus (YAHWE), sua fama nos tempos antigos era tremenda, todos os povos sabiam do seu poder, de como tinha libertado seu povo do Egito, dos milagres do êxodo.

Esse é o nosso Deus que ainda faz milagres e maravilhas através de Jesus Cristo, o impressionante é que esquecemos de quem é Deus e seu imenso poder.

Pode passar o tempo que for, Deus continua sendo no mesmo, Ele não muda, não falha. O que acontece é que esquecemos quem é Deus, perdemos a fé e a esperança muitas vezes, mais Ele continua se mostrando um Deus de amor que se importa com os seu povo e sempre se mostra sua graça e tem se revelado a nos com sua graça multiforme.

Voltemos a confiar e esperar em Deus, para desfrutar de seu grande poder, traga a memória seus grandes feitos, pois ele é o mesmo, lembre de seus feitos através dos tempos só ele pode mudar qualquer realidade.

Que nesse ano de 2018 que se inicia, você possa lembrar de um Deus que continua trabalhando para os que Nele espera.

Feliz 2018.

O que é Teofania?

teofania
1. substantivo feminino real aparição ou revelação da divindade; manifestação de Deus.

1.O termo Teofania, vem do grego theophnaia, que por sua vez é uma palavra composta por dois vocábulos, também gregos: Théos, “Deus” e phanei, “aparecer”.
Isto é, Teofania é o termo teológico utilizado para descrever alguma manifestação visível de Deus, na forma que Ele quiser. Alguns eruditos, definem Teofania como uma manifestação de Deus aparecendo, seja em forma humana, seja através de fenômenos da natureza gran­diosos e impressionantes.
Em sua essência, Teofania é um termo teológico que serve para indicar qualquer manifestação temporária e normalmente visível de Deus. Por conseguinte, é preciso se distinguir de forma enfática que há uma grande diferença entre a Teofania (que é uma manifestação temporária) e a Encarnação (que é uma manifestação permanente), uma vez que muitas das Teofanias do AT eram manifestações de Jesus pré-encarnado.
A importância primordial desse estudo das Teofanias, é podermos demonstrar que através de revelações temporárias de Deus temos a revelação da possibilidade de uma revelação permanente dEle. Deus, ao revelar-Se temporariamente através de Teofanias, demonstrava por esse fato, que na plenitude da dispensação dos tempos (Gl 4:4), Ele se tornaria “carne”, (Jo 1:14) isto é, Se encarnaria – desta vez permanentemente – em Jesus Cristo.

2. Ocorrências de Teofanias
Quase todos os casos de Teofania são encontrados nos tempos do AT, embora haja registros delas também no NT.
No relato do livro de Gênesis, encontramos a mais abundante fonte de Teofanias da Bíblia. Isto se deve, principalmente, a dois fatores:
1) o livro de Gênesis é o livro bíblico que cobre o maior espaço de tempo;
2) ainda não havia uma revelação escrita para a humanidade, o que veio a acontecer somente durante o últi¬mo estágio da vida de Moisés.
Também nos relatos decisivos do livro de Êxodo, encontramos casos de Teofanias, bem como no livro de Juízes, tornando-se mais raras no restante do AT.
Em relação às Teofanias no NT, a título de exemplo, podemos citar a voz celeste e a pomba que apareceram por ocasião do Batismo de Jesus (Mt 3:16,17), a voz ouvida durante o episódio da Transfiguração (Mt 17:5), bem como no episódio da semana da paixão (Jo 12:28), a visível inauguração do ministério do Espírito Santo (At 2:2,3), como também as visões de Estêvão (At 7:55,56) e de Paulo (At 9:3ss).

3. Formas de Teofania
A Bíblia nunca enfatiza a maneira da manifestação divina, sob a forma de Teofania. O que é enfatizado nos relatos bíblicos de Teofania, é aquilo que Deus fez e falou. Em quase todos os casos de Teofania, o seu objetivo é sempre dar uma mensagem, ao passo que a forma externa apenas serve para chamar a atenção. Um exemplo claro disto, é episódio da sarça ardente (Êx 3:2-6) e na entrega da Lei, com todas as manifes¬tações físicas que lhe acompanharam (Êx 19:18,19; 20:18). A Bíblia enfatiza que o que é físico é apenas secundário, sendo que Dt 4:12 demonstra isto, enfatizando que “… além da voz, não vistes semelhança nenhuma”.

4. O Anjo do Senhor
Outro ensino veterotestamentário de grande importância, que por sua vez está estritamente relacionado com as Teofanias são as aparições do Anjo do Senhor. Optamos por estudar, separa¬damente, este assunto, em virtude de sua importância crucial, uma vez que as aparições do Anjo do Senhor se constituem em Teofanias, mas especificamente Teofanias onde as aparições de Deus se davam em forma humana.
A expressão “Anjo do Senhor” ou sua variante “Anjo de Deus”, se encontram mais de cinqüenta vezes no AT. Portanto, é necessário algumas considerações acerca desse personagem, que se reveste de grande importância quando tratamos da possibilidade da Encarnação.
A primeira aparição bíblica do “Anjo do Senhor” foi no episódio de Agar, no deserto (Gn 16:7). Outros acontecimentos incluíram pessoas como Abraão (Gn 22:11,15), Jacó (Gn 31:11-13), Moisés (Êx 3:2), todos os israelitas durante o Êxodo (Êx 14:19) e posteriormente em Boquim (Jz 2:1,4), Balaão (Nm 22:22-36), Gideão (Jz 6:11), Davi (1Cr 21:16), entre outros.
A Bíblia nos informa que o Anjo do Senhor realizou várias tarefas semelhantes às dos anjos, em geral. Às vezes, Suas aparições eram simplesmente para trazer mensagens do Senhor Deus, como, por exemplo, em Gn 22:15-18; 31:11-13. Em outras aparições, Ele fora enviado para suprir necessidades (1Rs 19:5-7) ou para proteger o povo de Deus de perigos (Êx 14:19; Dn 6:22).
Com relação à identidade do Anjo do Senhor, os eruditos não são e nunca foram unânimes. Entretanto, não há porque duvidar da antiqüíssima interpretação cristã de que, nesses casos acima citados, encontramos manifestações preencarnadas da Segunda Pessoa da Trindade.
Desejamos, portanto, apresentar a seguir três argumentos bíblicos que comprovam, indubitavelmente, que o Anjo do Se¬nhor é Jesus Cristo antes de encarnado.

1) Josué 5:14 – Quando o Anjo do Senhor apareceu a Josué, diz a Palavra do Senhor que ele “… se prostrou sobre o seu rosto na terra, e O adorou, e disse-lhE: Que diz meu Senhor ao seu servo?”. Se o Anjo do Senhor não fosse o próprio Senhor (ou melhor, o Senhor Jesus como Segunda Pessoa da Trindade), o anjo (caso fosse simplesmente “um anjo”) teria proibido a Josué de adorá-lo, como ocorreu em Ap 19:10 e Ap 22:8,9.

2) Jz 13:18 – Embora concordemos com o fato de que existem controvérsias a respeito desta passagem, reputamos a mesma como factual e elucidativa. Quando Manoá, pergunta ao Anjo do Senhor, o Seu Nome, Ele responde: “… porque perguntas assim pelo meu nome, visto que é maravilhoso?” Uma comparação desta resposta com a passagem de Is 9:6, demonstra que o Anjo do Senhor que apareceu a Manoá é o Menino que nos fora dado de Isaías. Isto é, o Anjo do Senhor, cujo Nome é Maravilhoso (hwhy YHWH), é o próprio Senhor, e ao mesmo tempo o Menino que nos fora dado.

3) A terceira prova escriturística que queremos apresentar, é que no contexto neotestamentário, a Bíblia deixa de utilizar-se do termo “o Anjo do Senhor” como pessoa específica. Isto é demonstrado pelo fato de que o artigo definido masculino singular “o” deixa de ser utilizado, sendo substituído pelo artigo indefinido “um”. Alguns exemplos disto são os textos de Lc 1:11; At 12:7 e At 12:23, dentre muitos outros. Infelizmente, nem todos as ocorrências de Anjo do Senhor no NT, na versão ARC, se encontram com o artigo indefinido “um”, o que ocorre na versão ARA nos textos citados e em outros correlatos. Esta substituição possui um grande significado. Isto é, no contexto do NT, contemporâneo ou posterior à Encarnação, as manifestações angelicais não eram do Anjo do Senhor, mas meramente de um de Seus anjos, pois o “Anjo do Senhor” já havia sido manifestado na carne (1Tm 3:16).

Fonte: https://www.universidadedabiblia.com.br

Um pensamento sobre os 500 anos da reforma protestante

“E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. ”Romanos 12:2

Em 31 de outubro de 1517, Martinho Lutero pregou na porta da igreja do castelo de Wittemberg suas 95 teses, com a intenção de mostra um verdadeiro evangelho onde Cristo é único e suficiente salvador; pois sua intenção não era causar uma revolução do evangelho ou até mesmo iniciar uma reforma na igreja, sua intenção era simplesmente mostra as verdades das escrituras bíblicas que é a palavra de Deus.

Inicia-se então o que conhecemos como reforma protestante. Lutero começa a pregar uma mensagem onde a Salvação e alcançada mediante a graça de cristo através da fé, isso causa muito espanto pois era isso que era ensinado por muitos padres e bispo e toda o clero, que só através das obras, pagamentos de indulgências e compra de relíquias se alcançaria a salvação, isso era muito comum e os fies acreditavam fielmente nesse ensinamento já que não tinha acesso a bíblia, pois só o clero da igreja podia e tinha acesso as escrituras bíblicas.

O versículo que lemos (romanos 12:2) fala que não devemos nos conformar com esse mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente. É esse inconformismo que toma conta de Lutero, uma mente transformada por Cristo, alcançada por sua busca constante pela verdade da palavra de Deus, gera em Lutero esse inconformismo, ao ponto de começar a ensinar tudo aquilo que o Espírito Santo o revela através da sua palavra.

Ao que dizer nos dias de hoje, onde ainda se prega um evangelho que não é o de Cristo, um evangelho do engano mais um engano conformado pois hoje temos acesso a bíblia de forma simples e até mesmo de graça, pois é possível ter uma bíblia em qualquer celular. Muito conhecem a verdade mais preferem dar ouvidos as falsas doutrinas, pois o que lhe é proposto é barato e confortante, afinal, é o que a carne deseja, e não existe nada melhor do que alimentarmos nossa carne, não é verdade?

O que me fascina nesse texto bíblico é a sua clareza, onde diz que só uma mente transformada por Cristo, experimenta a vontade do Cristo e não se conforma com as coisas desse mundo.

Não se conformar, é fazer o que Lutero fez, pregou a verdade da palavra sem se importar até mesmo com sua vida, não se conformar é pregar a verdade e não sair opinando nas redes sócias ou entre os amigos, sendo politicamente correto, na verdade isso é se conformar com o mundo.

Que possamos viver de forma que agrade a Cristo, pois isso é o que importa, pois o próprio Cristo viveu pra agradar o Pai, isso é experimentar a boa e prefeita vontade de Deus, uma vida com propósito, o propósito de Deus. Vivemos na contra mão desse mundo, uma metanoia, temos a mente de Jesus, isso é loucura para quem não conhece, “pois o que é nascido da carne, é carne; mais o que é nascido do Espírito, é Espírito”, proteste com base nas escrituras, não se renda ao sistema desse mundo, busque ao senhor em todo tempo, isso te fortalecerá, deixe sua mente ser renovada pelo Santo Espírito, como se diz “tudo começa no pensamento” então tenha a mente de Cristo.

Uma mente renovada por Cristo, não se conforma com as coisas desse mundo.

EDUARDO PORTO DE SOUZA

Biografia de João Calvino

João Calvino (1509-1564) foi um teólogo, líder religioso e escritor francês. Foi o pai do Calvinismo, reforma protestante que impôs hábitos austeros e puritanos aos seus seguidores, que atingiu a maior parte dos países da Europa Ocidental.

João Calvino (1509-1564) nasceu em Noyon, na região da Picardia, no Norte da França, no dia 10 de julho de 1509. Ficou órfão de mãe aos seis anos de idade, sendo confiado aos cuidados de um aristocrata amigo da família. Ainda adolescente foi enviado para a Universidade de Paris para estudar Teologia. Em Paris, tomou contato com as ideias de Martinho Lutero.

Em 1529, em obediência ao pai, trocou Paris por Orléans, e a Teologia pelo Direito. Depois de formado voltou à Paris e à Teologia. Começou uma fase de intensa colaboração com o reitor da Universidade de Paris, Nicolas Cop. Ao inserir trechos inteiros de Lutero em um discuro de reitor, foi acusado de herege. Em 1536, após redigir em latim, “Instituições da Religião Cristã”, onde reuniu as bases para o conjunto das doutrinas do Calvinismo, foi perseguido e teve que abandonar a capital francesa.

Persuadido por Guilherme Farel, francês que implantou a reforma de Zwinglio, um iniciador das revoltas contra a venda de indulgências por parte dos emissários do Papa Leão X, em Genebra, resolve permanecer na cidade. Em 1538, depois de ter frustradas suas tentativas de instaurar um governo teocrático, e de escrever “Artigos Sobre o Governo Local” e “Confissões de Fé”, é expulso de Genebra.

Em Estrasburgo, no Leste da França, começa a elaboração de uma constituição religiosa baseada nas “Instituições” e participa do congresso sobre religião como representante da cidade. Em setembro de 1547, retorna à Genebra a pedido das autoridades, para impedir a tentativa do cardeal de restaurar o catolicismo. Realiza na íntegra o governo civil, que tornou supérflua a hierarquia eclesiástica. Estabeleceu leis, abriu escolas e estimulou o comércio exterior, prega e ensina o calvinismo.

Genebra passa a ser o principal centro protestante da Europa. A consistência da moral foi implantada. Aos domingos ninguém podia ir ao teatro, nem jogar cartas, muito menos dançar. Até mesmo o trabalho nesse dia seria considerado crime. Nos quatro primeiros anos do rígido governo calvinista, contaram-se 58 execuções, e muitas penas severas foram aplicadas aos transgressores das leis.

João Calvino estabeleceu diversas reformas na Igreja, eliminou o ritual e a música instrumental da missa, despiu as igrejas de vitrais, quadros e imagens, reduziu o culto a um sermão entre quatro paredes nuas. Aboliu as comemorações da Páscoa e do Natal, e apagou todos os vestígios do sistema episcopal.

O Calvinismo, ao contrário do luteranismo, difundiu-se na Europa Ocidental. Na França, foi professado pelos huguenotes, na Escócia, pelos presbiterianos, na Inglaterra, pelos puritanos e na Holanda, pelos protestantes.

João Calvino faleceu em Genebra, na Suíça, no dia 27 de maio de 1564.

 

FONTE: https://www.ebiografia.com/joao_calvino

MARTINHO LUTERO

Nascido em Eisleben, Alemanha, a 10 de novembro de 1483, Lutero era filho de camponeses católicos alemães. Como era comum na época, foi alvo de uma disciplina rígida. O menino Lutero aprendeu, entre outras coisas, a orar aos santos, realizar boas obras e reverenciar o papa e a igreja.

Cedo, aos 5 anos, Lutero começou a estudar latim em uma escola local. Já aos 12 anos, foi aluno de uma escola de uma irmandade religiosa em Magdeburgo. Em 1505 recebeu grau de Mestre em Artes da Universidade de Erfurt, e em 1505 e começou a estudar Direito.

Pouco tempo após iniciar seus estudos de Direito, Lutero resolveu tornar-se monge e entrou no Mosteiro Agostiniano de Erfurt. A sua ordenação foi em 1507. Em seguida, deixou o Mosteiro para ensinar filosofia moral na Universidade de Wittenberg.

Continuando seus estudos, Lutero obteve o título de Doutor em Teologia. De 1513 a 1518, ensinou Teologia Bíblica na Universidade de Wittenberg. Nessa época, começou a tornar-se bastante conhecido. Após certa idade, Lutero começou a ser afligido por uma angústia que pode ser sintetizada em uma pergunta: se o coração da pessoa é governado pelo pecado, como pode esperar salvação diante de Deus? Por causa do que havia aprendido, procurou resposta – e paz – através de boas obras, incluindo jejuns e autoflagelação. Contudo, seu sentimento de incapacidade para sentir paz diante de Deus continuou, levando-o às portas do desespero.

A aflição de Lutero somente encontrou resposta no dia em que encontrou na Bíblia a certeza de que não há como alguém merecer o favor de Deus por causa de alguma coisa que faz; que a única forma de alguém obter o favor Deus é através da fé em Jesus Cristo; que é através da fé em Jesus que os pecados são perdoados por Deus. Este entendimento, conhecido como a doutrina da justificação pela fé, tornou-se um dos pilares do pensamento religioso de Lutero.

A Igreja Romana da época costumava dizer que algumas pessoas possuíam mais méritos do que tinham necessidade para serem salvas. Por isso, o “mérito extra” dessas pessoas poderia ser transferido – especialmente através de pagamento – para pessoas cuja salvação era duvidosa. Lutero protestou contra esta prática, chamada de indulgência. Em 31 de outubro de 1517, Lutero afixou uma série de críticas – que se tornaram conhecidas como 95 Teses – na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg. As Teses eram um protesto contra o abuso da autoridade do Papa, especialmente no sentido de desafiar o Papa a esvaziar de graça o purgatório, já que diz controlá-lo. Lutero também negou o ensino do “mérito extra” que estava por trás das indulgências. Segundo Lutero, o verdadeiro tesouro da Igreja é o Evangelho – a proclamação do amor de Deus. A Igreja Romana ordenou que Lutero se apresentasse em Roma para responder às acusações de heresia. Sabendo do caso, o Príncipe da Saxônia, Frederico o Sábio, interveio e insistiu que a audiência de Lutero fosse realizada em solo alemão. Como resultado, uma Dieta Imperial foi realizada na cidade de Augsburgo, em 1518. Lutero se recusou a mudar de opinião. Temendo ser preso, fugiu de Augsburgo. As ideias de Lutero logo encontraram adeptos em todas as regiões da Alemanha, e mesmo fora dela. A resposta do Papa à situação foi uma bula (ordem papal), ameaçando Lutero de excomunhão, caso não se retratasse. Em protesto, ele queimou publicamente a bula e foi excomungado em janeiro de 1521. Em junho de 1525, Lutero casou-se com Catarina de Bora, uma ex-freira. Os dois tiveram seis filhos e abrigaram onze órfãos. Lutero publicou cerca de 400 obras durante a sua vida, incluindo comentários bíblicos, catecismos, sermões e tratados. Também escreveu hinos para a Igreja. Parte de suas obras estão publicadas em diversas línguas modernas.

Lutero faleceu de derrame cerebral em 1546, aos 63 anos de idade, em sua cidade Natal, Eisleben. Seu corpo foi sepultado na Igreja do Castelo de Wittenberg, onde, cerca de 30 anos antes, havia afixado suas 95 Teses.

Conheça mais sobre a história de Martinho Lutero com o filme “Um Homem Chamado Martinho – Parte 1”! Clique no nome do filme e veja mais sobre o reformador da igreja luterana.

Fonte: site da IELB

Não Há condenação

“Portanto, agora já não há condenação para os que estão em Cristo Jesus, porque por meio de Cristo Jesus a lei do Espírito de vida me libertou da lei do pecado e da morte”. Romanos 8:1,2

 

Um texto bastante conhecido, mais pouco vivenciado por todos nós cristãos em sua maioria, por simplesmente esquecer que Cristo nos libertou, somos livres do pecado assim não morreremos.

Temos que compreender que morte é condenação “pois o salário do pecado é a morte” (romanos 6:23a) foi dessa condenação que Cristo nos libertou “morte eterna”.

Cristo assumiu a nossa culpa, logo se estamos em cristo não podemos ser acusados, se não há acusação logo não existe condenação. Essa é a verdade que temos que entender, pois Deus enviou seu Filho como oferta pelo pecado assim somos justificados, somente pelo sacrifício de Cristo somos salvos e justificados livres da lei do pecado.

Embora o diabo queira nos acusar, pois ele faz isso muito bem, para ele não há salvação visto que já está condenado, lembremos que fomos feitos livres em Cristo Jesus.

Mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (romanos 6:23b). Só Cristo pode nos dar essa vida plenamente eterna, aceite o seu senhorio, viva para Ele, seja um cristão verdadeiro e dessa forma você desfrutará de uma liberdade que só Cristo pode dar a vida eterna.

 

 

Por
Edu Porto
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